bio

Ângelo Gonçalves

Santo Estêvão, Tavira – 1973

Tem desde sempre uma forte relação com o desenho e a pintura. Outras materialidades preenchem-lhe ainda a vida: o barro, a terra, a areia e os despojos que o rodeiam. Os restos da construção. De casas. Trabalha desde que se conhece. Fazer, fazer, fazer, … Mais tarde chega a Academia. É esta que dá abrigo ao seu ímpeto de conhecer, experimentar, ir mais além.

Tem licenciatura em ‘Artes Visuais’, na Universidade do Algarve (2012) e pós-graduação em ‘Artes Visuais e Performativas’ (2017) na mesma instituição, onde desempenha  funções de monitor de ‘Laboratório de Artes Visuais’.

Há o trabalho em comunidade – os coletivos, as associações, os movimentos, os grupos – onde participa em várias exposições e em projetos de ação político-artística. Há ainda as exposições individuais, onde se faz ouvir a solo, acompanhado de pessoas que o inspiram.

Tem vindo a desenvolver trabalho sobre habitação temporária, casas e abrigos, estando a sua obra representada na coleção Pedro Cabrita Reis, adquirida pela Fundação EDP / MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa, e no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Pintura, escultura, instalação, performance, tudo vale para expressar, apontar e registar  desigualdades.

Fazer, fazer, fazer,… intervir, intervir, intervir. Acredita que a Arte salva o Mundo.

 

Anúncios